Açúcar mascavo e frutas roxas num equilíbrio que poucos cafés conseguem. Processo Fermentado, Sul de Minas, 86,5 pontos SCA — da Fazenda Lagoinha, eleita uma das 3 fazendas mais sustentáveis do Brasil em 2024 pela Revista Globo Rural.
O açúcar mascavo chega primeiro — familiar, aconchegante. Mas logo as frutas roxas aparecem com uma acidez vibrante que equilibra tudo. Aquele tipo de fruta que você reconhece antes de conseguir nomear. O que surpreende no Silvestre é exatamente isso: doçura e acidez empatadas em 80%, sem nenhuma ceder espaço. O processo Fermentado — grãos secos com parte da mucilagem — é o responsável por essa tensão deliciosa. Uma xícara que vai e volta entre dois mundos sem nunca perder o equilíbrio.
Variedade Catuaí Amarelo, processo Fermentado, entre 1.050m e 1.100m no Sul de Minas. E 86,5 pontos SCA que refletem a consistência de uma equipe que trata cada detalhe do processo como decisivo.
A Fazenda Lagoinha foi eleita a 3ª fazenda mais sustentável do Brasil em 2024 pela Revista Globo Rural. Kadu, Matheus e Tatiana não apenas produzem cafés exóticos e fermentados como poucos no Brasil — fazem isso com compromisso com o meio ambiente e com as pessoas que trabalham na propriedade.
O Silvestre é a porta de entrada da Fazenda Lagoinha na sua jornada. E se esse café já impressiona, espere pelo que vem a seguir. A Lagoinha tem mais a mostrar.
Todo mês a curadoria Exploria escolhe dois cafés especiais para você — com perfis diferentes, de origens diferentes, para você continuar explorando sem precisar pesquisar.
O Silvestre mostrou o que a Fazenda Lagoinha faz com processos clássicos. O Mistério Tropical mostra o que ela faz quando decide ir além — fermentação anaeróbica, perfil exótico, uma xícara que vai te surpreender mesmo depois de tudo que você já bebeu.
Esse é o último capítulo da jornada. E o mais ousado.