Mel, rapadura e melaço numa xícara sem amargor, sem acidez para incomodar. O processo Yellow Honey faz o trabalho — e Dona Silmara cuida do resto com um carinho que você vai sentir no primeiro gole.
O primeiro gole é puro mel. Depois vem a rapadura — aquela doçura rústica, de interior — e um melaço que fica na boca depois que a xícara acaba. Zero amargor, zero acidez agressiva. O processo Yellow Honey é o responsável: os grãos secam com parte da mucilagem ainda presente, transferindo açúcares naturais que nenhuma torra consegue inventar. É doçura que nasce no campo, não na embalagem.
Variedade Catuaí Vermelho, processo Yellow Honey, 1.100 metros no coração do Caparaó. E 86 pontos SCA — confirmando que a doçura desse café não é por acaso.
O Sítio Imperial da Serra foi a primeira fazenda que a Exploria visitou pessoalmente. Foram mais de 8 horas de viagem até Alto Jequitibá — e chegamos recebidos com café fresco, doces típicos da região e o carinho inconfundível de Dona Silmara e sua família.
O que vimos lá foi exatamente o que está na xícara: uma família que faz cafés com processos diferentes, cada um com personalidade própria, com um cuidado que vai muito além da produção. Esse café carrega o calor daquela recepção em cada gole.
O processo Yellow Honey — grãos secos com parte da mucilagem preservada — é a escolha técnica que explica a doçura de mel e rapadura. Uma decisão de produtor que poucos fazem com tanta precisão.
Todo mês a curadoria Exploria escolhe dois cafés especiais para você — com perfis diferentes, de origens diferentes, para você continuar explorando sem precisar pesquisar.
O Melodia Doce é o café de quem descobriu que doçura pode ser sofisticada. Quando você terminar esse pacote e a curiosidade pedir algo novo — acidez elegante, perfil frutado, mais complexidade na xícara — o Bourbon é o próximo capítulo. Produzido pela Fazenda Paradiso, com 87 pontos SCA.
A jornada tem ritmo. E esse foi um passo importante nela.