Doçura intensa com notas que lembram um chocolate fino. Processo Natural, 1.250m de altitude no Caparaó — e 84 pontos SCA de um produtor que a Exploria conhece pessoalmente.
O primeiro gole entrega castanhas — quente, familiar, aconchegante. Depois vem o chocolate amargo, elegante, sem o travo que você não gosta. E por último a avelã, que fecha a xícara com uma doçura que fica. Doçura de 90% não é exagero — é o processo Natural do Sítio Recanto da Paineira entregando o que promete. Uma xícara que parece sobremesa, mas é café puro.
Variedade Arara, processo Natural, 1.250 metros no coração do Caparaó. E 84 pontos SCA — resultado de um produtor que trata cada lote como uma obra separada.
Temos uma relação muito próxima com o Sebastião. Visitamos pessoalmente o Sítio Recanto da Paineira — no ponto mais alto da propriedade existe uma paineira linda que dá nome ao sítio e ao lugar. Ele nos recebeu com a generosidade de quem planta não apenas para vender, mas para representar um lugar.
O Chocoavelã e o Fruto do Caparaó são dois lotes diferentes do mesmo sítio, da mesma variedade Arara, plantados em altitudes diferentes da propriedade. Cada lote tem personalidade própria — e esse é o talento do Sebastião: extrair expressões distintas do mesmo terroir. Dois cafés, um produtor, um sítio. E uma diferença que você vai sentir na xícara.
Todo mês a curadoria Exploria escolhe dois cafés especiais para você — com perfis diferentes, de origens diferentes, para você continuar explorando sem precisar pesquisar.
O Chocoavelã é o café de quem descobriu que doçura pode ter camadas. Quando você quiser experimentar uma doçura completamente diferente — mel, rapadura e melaço num processo Yellow Honey que poucos produtores dominam —, o Melodia Doce é o próximo capítulo. 86 pontos SCA, do Sítio Imperial da Serra no Caparaó.
A jornada tem ritmo. E esse foi um ótimo passo nela.