Chocolate e açúcar mascavo numa xícara sem amargor e sem acidez agressiva. Processo Natural, 1.093m de altitude — e 83,5 pontos SCA para confirmar que doçura assim não é acidente.
O primeiro gole é familiar — chocolate, aquela doçura de açúcar mascavo que você reconhece mesmo sem saber o nome. Sem acidez para assustar, sem amargor pedindo açúcar. É o processo Natural trabalhando a favor do iniciante: o grão seca dentro da fruta e carrega consigo toda aquela doçura de forma espontânea. Uma xícara que não exige aprendizado para ser apreciada.
Variedade Catucaí, processo Natural, 1.093 metros de altitude nas Vertentes de Minas. E 83,5 pontos SCA — pontuação que coloca o Reserva com firmeza no território dos especiais, sem precisar de rótulo chique para provar isso.
Vicente planta café nessa região há mais de duas décadas. Quando a Exploria foi criada, o Reserva foi o primeiro café que escolhemos — e até hoje é o que mais apresentamos para quem está chegando no mundo dos especiais.
Não porque seja o mais fácil. Porque é o mais honesto.
Sem truques de torra, sem blend para esconder defeito. Só a doçura natural de um Catucaí cultivado com cuidado, numa região que o Brasil inteiro deveria conhecer melhor.
Todo mês a curadoria Exploria escolhe dois cafés especiais para você — com perfis diferentes, de origens diferentes, para você continuar explorando sem precisar pesquisar.
O Reserva é a porta de entrada. Quando você terminar esse pacote e quiser ir mais fundo — mesma doçura que você já gosta, mas com castanhas, chocolate e avelã que chegam junto —, o Chocoavelã é o próximo passo natural. 84 pontos SCA, do Sítio Recanto da Paineira no Caparaó.
A jornada tem ritmo. Não precisa correr.