Frutas vermelhas, floral, mel, chocolate, baunilha, caramelo e rapadura — tudo junto, tudo equilibrado. 1.300m de altitude no Caparaó capixaba. 87 pontos SCA de uma família que planta com cuidado de quem sabe o que está fazendo.
O primeiro gole surpreende pela variedade: frutas vermelhas frescas, seguidas de um floral delicado que você raramente encontra. Depois vem o mel, o caramelo, uma baunilha sutil — e a rapadura fecha com aquela doçura rústica que dá profundidade. O chocolate aparece no fundo, redondo. Sete notas que se revezam do primeiro ao último gole, sem nenhuma se sobrepor às outras. É o que 1.300m de altitude e um processo Natural cuidadoso fazem com um Catuaí bem cultivado.
Variedade Catuaí, processo Natural, 1.300 metros de altitude — a maior do nosso portfólio atual. E 87 pontos SCA que refletem o trabalho de uma família inteira por trás de cada lote.
A Fazenda Serra da Seriema fica em Dores do Rio Preto, no lado espírito-santense do Caparaó — uma região menos conhecida que o lado mineiro, mas que produz cafés de altitude excepcionais. A altitude de 1.300m cria condições que poucos terroirs brasileiros oferecem: noites frias, amadurecimento lento, açúcares concentrados, aromas que não aparecem em baixos planaltos.
Paulo, Júlia e Luiza tratam a fazenda como um projeto de família — cada detalhe do processo é acompanhado de perto. O resultado está na xícara: sete notas que se revezam sem nenhuma dominar.
Todo mês a curadoria Exploria escolhe dois cafés especiais para você — com perfis diferentes, de origens diferentes, para você continuar explorando sem precisar pesquisar.
O Encanto da Serra é o café de quem domina a complexidade frutada e está pronto para algo mais ousado. Quando a curiosidade pedir fermentação, exotismo e processos que poucos produtores no Brasil conseguem executar bem —, o Silvestre é o próximo capítulo. Produzido pela Fazenda Lagoinha, eleita uma das 3 fazendas mais sustentáveis do Brasil em 2024 pela Revista Globo Rural.
A jornada tem ritmo. E esse foi um passo importante nela.